Vampiros energéticos

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Vender algo para outra pessoa não é tarefa fácil. Dá um trabalho danado. Envolve necessidades, mas acima de tudo emoções, sentimentos e, por vezes, o convencimento de que se viva novas experiências com o produto ou serviço que estamos oferecendo.

Para então entender os mecanismos da mente humana, somos obrigados a nos despir de algumas de nossas “proteções”, o que acaba nos deixando susceptíveis a agentes externos.

Devo dizer que sou meio cética com uma série de coisas. Mas se tem algo que me amedronta são os chamados vampiros energéticos. E levando em conta a nossa condição de profissionais e empresários que precisam estar sempre atentos, ligados e abertos a novas experiências, penso que corremos o risco de nos sentirmos fracos, cansados e muitas vezes arredios à convivência com alguma pessoas em especial, sem saber o porquê. Nesse momento é importante tomar cuidado, pois talvez estejam sugando as nossas energias sem o nosso consentimento.

Essa situação pode acontecer com algum amigo com problemas, com um colega de trabalho, fornecedor ou até mesmo com uma pessoa que não tem aparente motivo para isso. E é importante que saibamos que não se tratam de criaturas “malignas”, e sim pessoas susceptíveis e que vez ou outra, assumem esse comportamento.

O duro é que dependendo do nosso estado e do nosso perfil, sentimos muito o impacto dessa relação. Para quem convive com muitas pessoas diferentes e precisa ter jogo de cintura nessas relações que nos parecem “pesadas”, aí vão algumas dicas:

> Quando estiver conversando, fique de lado, de forma a não ficar diretamente de frente para a pessoa e, quando encontrar o olhar fixo, concentre-se apenas no olho esquerdo da pessoa.

> Cruze as pernas ou pelo menos os tornozelos, cruze os braços e mantenha-os cruzados se possível na parte superior do abdômen.

> Fale ligeiramente para o lado e, quando não estiver falando, fique com a boca fechada e com a cabeça levemente inclinada para a frente.

No conjunto, essas são atitudes de autodefesa. Como são muito discretas, podem ser usadas em qualquer lugar sem chamar atenção.

autor Tininha

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