MARCA. Você já deve ter ouvido falar a respeito.

O ESTÁ FALTANDO PARA VOCÊ FAZER DO SEU PRODUTO UMA MARCA? INTELIGÊNCIA, CORAGEM, ORAÇÃO? ALGUÉM EM QUEM CONFIE? ESTAMOS AQUI.

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Quando eu comecei nesse negócio de propaganda – e era só assim que a gente chamava – com cara de moleque, tinha certa dificuldade em emprestar credibilidade ao que estava falando. A ausência de uns fios de cabelos grisalhos não ajudavam também. Então, recheava meu discurso com um festival de termos técnicos difíceis porque acreditava que quanto menos o sujeito entendesse do que eu estava falando, ou o que significava esta ou aquela expressão, mais conhecedor do assunto eu lhe pareceria. Não que o que eu dizia estivesse errado, mas, não raro, acho que mais espantava o negócio do que agregava valor. Rsrsrs. Agora é engraçado. Hoje, depois de anos de prática, não floreio o discurso para impressionar, pelo contrário, procuro deixá-lo bem acessível, portanto, vou conversar sobre marca de forma bem leve, ainda assim, se alguma coisa se lhe escapar desconhecida, por favor, trate de atualizar seu entendimento a respeito e o faça logo.

Desde há muito que entendemos que não estávamos apenas no negócio de propaganda. – eu disse apenas – mas, no negócio de relacionamentos e, comunicação, toda ela, está a serviço disso: promover o relacionamento entre as boas marcas e seus consumidores. A gente que sempre teve um pé no planejamento, ou seja, que prática essa coisa de pensar no que dizer antes de dizer; a gente que sempre acreditou que ouvir os lados que desejam se relacionar era o mais importante para promover os encontros entre eles, bem, a gente descobriu que tudo o que fizéssemos deveria ajudar a marca. Foi David Ogilvy quem disse há pelo menos uns 40 anos, que “Cada anúncio deveria ser concebido como uma contribuição à imagem de marca.” Ele confessou que roubou essa máxima de um artigo de Burleigh Gardner e Sidney Levy publicado na Harvard Business Review. Tomou-o não só para citar, mas como posição firme da agência que construiu. Se você é anunciante, pense nisso porque é mais do que dinheiro que pode estar sendo posto fora.

E quando se decide evoluir sobre marca, o discurso também não anda nada fácil. Começa pelo tal do branding, expressão já comum mesmo entre os empresários menos experientes. Embora poucos compreendam tudo o que isso abrange, é crescente o número daqueles que reconhecem estar nas suas marcas o maior patrimônio do seu negócio e não no tamanho da fábrica. Mesmo em mercados menores e menos maduros, o entendimento de que um grande negócio baseado apenas em uma grande operação, mas não sustentada por uma marca, não assegura o futuro da própria operação. Mas sabemos que não é fácil para o empresário que sempre ganhou seu dinheiro vendendo “produto” passar a vender valor. Começar a ouvir sobre arquétipos, posicionamento, promessa, brief de criação e mais um monte de expressões, acreditar sem entender e investir dinheiro para fazer acontecer é difícil. Pense bem, você o faria? Pois temos convivido com companhias que, corajosamente, e no seu tempo, reconhecem, confiam e acreditam que isso é capaz de traçar o futuro de seus negócios. Fico feliz porque temos aqui, em diferentes segmentos, grandes indústrias, com excelentes produtos, seria uma pena se ficassem só nisso. Fico feliz porque a ANIMA LAMPS tem conhecimento e know how para fazer isso por essas empresas.

Lembre-se: marca não é o produto; não é a tecnologia empregada; não é preço; não é aquele símbolo bonito que seu amigo que “mexe no computador”fez para você. Marca é o que o consumidor pensa sobre alguma ou todas essas coisas. Marca só existe quando existe na mente do consumidor. É lá que deve ocupar espaço. E para conseguir isso precisa fazer uma promessa que, antes de tudo, seja verdadeira. Que se reflita em tudo o que se fizer.

Todos nós temos histórias afetivas com muitas marcas. Histórias que nem sabemos como ou quando começaram. Mark Batey, em um livro de 399 páginas chamado “O significado da marca. Como as marcas ganham vida na mente dos consumidores”, diz que esse significado se dá através de como a marca é percebida em nível consciente e de como ela age dentro do público em nível semi ou subconsciente. Ele abre o sexto capítulo com uma citação também de Sidney Levy (1959): “Os indivíduos compram as coisas não só pelo que elas fazem, mas também pelo que significam”. Sacou né?

JÁ ouviu dizer que investir em imÓvel é bom? VÁ em frente.

Sir John Hegarty (fundador criativo da BBH), lembra em seu livro “Hegarty on advertising”, que “esse negócio de marca, de branding, existe desde de muito antes desses termos serem usados. Muitas marcas e até países usaram e reconheceram o valor das estratégias de marca para prosperarem. Alguns desses produtos estão ainda hoje nas gôndolas do mercado e nos têm como seus consumidores fiéis. Diz ele ainda, que a melhor definição de marca que já ouviu é que “a marca é o mais valioso bem imóvel do mundo: um canto da mente de alguém”.

Se você quer ter uma marca forte, coloque todo o seu esforço para trabalhar para isso. Contrate um time que entenda do assunto. Sem rodeios, contrate logo nós da ANIMA LAMPS e acredite no que vamos lhe dizer, porque, certamente não vai ouvir de nós todos esses termos sobre branding apenas para enfeitar o discurso, nossa história e formação têm sustentação para isso, então, mais de uma vez poderá nos ouvir dizer que não sabemos a resposta e precisamos investigar mais a fundo. O que quase sempre quer dizer p-e-s-q-u-i-s-a-s. Sim, tem custo. Sim, vale a pena. Você concorda que para se relacionar mais e melhor, para construir uma imagem, para ter aquele corner na mente do consumidor, vai ter que saber o que ele pensa e como age e reage em relação à sua marca, ou ao segmento? Então, é o caminho. E provavelmente vai ouvir da gente coisas de que não vai gostar porque vão exigir mudanças, coisa que ninguém gosta. Já conhecia, mas li hoje, então vai: “Nem tudo que se enfrenta pode ser modificado, mas nada pode ser modificado até que seja enfrentado.” Albert Einstein. Podemos de fato ajudar sua “marca” a se tornar uma MARCA. Por isso se precisar vamos discordar de você. Não se ofenda. Não nos dispense por isso. Você não nos contratou para dizer amém, mas para colocar os joelhos no chão e ajudar a orar.

autor J Luiz

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