Como a comunicação interfere no dia a dia de uma empresa

shutterstock_133525103Comunicação interpessoal: Como a comunicação interfere no dia a dia de uma empresa

Respire fundo! Coloque uma música! Faça meditação! Deixe um bloco de anotações do seu lado, cada vez que quiser “explodir”, faça um “x”, no final do dia verás quantas vezes salvou-se de um olho roxo. Não, isso não é tão comum fisicamente, mas todo cuidado é pouco. Por essas e outras, melhor iniciar o dia positivamente.

Quantas vezes colocamos o pé na empresa trazendo um saco cheio?

Sentimentos, sensações, achismos tão bem argumentados que se o colega falar A, entendemos o abecedário inteiro. Iniciamos o expediente sentindo sono, cansaço, fome, preguiça, raiva, e como isso é muito individual  nem sempre sabemos o  “humor do dia” do nosso colega.

A cor do cérebro, a personalidade, a história de vida, os gostos e desgostos de cada um dão a pitada final para ruídos e mais ruídos na comunicação do dia a dia. O sintomas são clássicos, todo o nosso sangue sobe para nossa cabeça e parece que viramos o Hellboy. Queremos retorno rápido nem que seja na base do medo.

Dentro desse mesmo dia de trabalho encontramos aquele comunicador ansioso que vai atropelando todo mundo para expor suas ideias, o comportado formal que respeita bonitinho a hora de falar e aquele que não arreda o pé em suas opiniões: eu estou certo e vou discutir até que você concorde comigo.

No fim chegamos à conclusão que o máximo que podemos fazer pela tão complexa comunicação é  enformar nosso comportamento, sim, colocar em uma forma pra que o filme não queime com nosso colega cliente, colega fornecedor, colega de trabalho, afinal, não é legal ganhar o argumento e perder a pessoa. O ideal é ganhar os dois, mas quando não é possível, escolha a pessoa.

Confúcio já dizia: “Se você quer um ano de prosperidade, cultive trigo. Se você quiser dez anos de prosperidade, cultive árvores. Se você quer cem anos de prosperidade, cultive pessoas.”

Troque o ruído pela melodia que faz a diferença!

E se encararmos o desafio da comunicação interpessoal com um sentido maior, mais maduro, com integridade e honestidade, procurando crescimento e desenvolvimento constantes, será possível valorizar as pessoas, preocupando-nos sinceramente com seu desenvolvimento, sem discursos e com ações reais.

autor Juliana Alv

 

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