Excelência em marketing: você está preparado?

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Anos atrás escrevi este texto e me coube agora a missão de revisá-lo para republicação. Depois de anos escrito, olho para ele e vejo que, no que diz respeito à ideia central, não mudaria coisa alguma. Mas o reescreveria utilizando outros vocabulários. Ao mesmo tempo, também não me agrada a ideia de modificá-lo. Assim, decidi mantê-lo como está e acrescentar que visualizo no mercado cada vez mais pessoas não se sujeitando a uma relação que não seja ganha-ganha. Como disse Benjamin Disraeli, primeiro-ministro do Reino Unido durante o reinado da Rainha Vitória: “A vida é muito curta para ser pequena”. Boa leitura!

Não tem coisa que eu acho mais triste do que uma relação onde somente um ganha. E o engraçado é que condenamos duramente essa situação nas relações pessoais, mas quando chega nas relações profissionais… nos mostramos imaturos, despreparados para nos relacionar e diante disso, nossa reação é partir para o ataque, afinal não é esse o ditado: “A melhor defesa é o ataque?” A meu ver, as nossas relações com funcionários, fornecedores e clientes devem ser o nosso primeiro exemplo de responsabilidade social. E mais: devemos ter orgulho de dizer que contribuímos para o crescimento de todos eles; que em determinados momentos, abrimos mão de aumentar os nossos lucros para que eles também pudessem ganhar. O que espero de cada um deles? A mesma coisa, ora! Não existe aquele outro ditado que para um casamento dar certo é necessário que um pense na satisfação do outro e vice –versa? Por que nas relações profissionais deveria ser diferente? É simples assim: “eu penso no melhor para você, e você pensa no melhor para mim”. Atribuo essas relações-problema a alguns fatores: a falta de diálogo, pois é necessário que exista um canal de comunicação aberto e sem ruídos entre as partes. Nada de meias palavras ou rodeios; a desconfiança, pois não devemos transformar as pessoas que se relacionam conosco no trabalho em culpados até que se prove a sua inocência. Devemos nos livrar dos pré- conceitos e buscar mecanismos para confiar e ser confiável; a falta de empatia, ou seja, aquela capacidade especial de se colocar no lugar do outro; e por último e não menos importante, a falta de bom senso, já que diante das informações, saber discernir o falso e o verdadeiro, o melhor e o menos pior é fundamental. É bom lembrar que não acertamos sempre, mas o importante é não perder o bom senso de vista. Aqui na Anima, buscamos relações “ganha-ganha”. Queremos que todos os envolvidos com a nossa empresa ganhem e queremos ganhar também. Queremos crescer, ter uma marca nacional, perpetuar nesse mercado tão competitivo. Mas temos uma convicção: não queremos e sabemos que não somos capazes de chegar lá sozinhos. É por isso que mesmo errando bastante ainda, afinal, não é fácil mudar um paradigma, investimos fortemente nesse tipo de relação onde todos ganham. Porque não pode haver alegria e ganho para alguns e tristeza e prejuízo para outros. É essa a essência do marketing.autor Tininha

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